Podcast do Senhor Tanquinho #007 – Dirlene D’Addio E A Culinária Paleo

PODCAST youthumb

Mais um podcast quentinho “saindo do forno”!

Até porque o assunto de hoje é exatamente esse – culinária paleo / low-carb.

Desta vez, conversamos com a especialista em culinária paleo e low-carb Dirlene “Didi” D'Addio, para uma conversa rápida mas bem “recheada” ;)

Nesse nosso bate-papo, nós abordamos temas como:

  • culinária sem glúten / sem lactose / paleo,
  • utensílios essenciais para quem deseja começar a cozinhar,
  • habilidades mínimas para cozinhar bem,
  • dúvidas e dificuldades comuns em iniciantes,
  • qual a melhor gordura para cozinhar,
  • primeiros passos importantes para ter sucesso na dieta low-carb,

E muito mais!


A Didi elaborou um curso passo a passo ensinando a cozinhar os melhores pratos para uma dieta baixa em carboidratos: Dominando a Culinária Low-Carb.

São 10 módulos de vídeo-aulas para ensinar princípios simples de culinária, aplicados ao mundo da alimentação de baixo carboidrato.

(Se você se interessar, comprando por este link você ganha alguns livros de receita de bônus.)

E, se você gostaria de uma assistência mais personalizada, com a Didi dando dicas semanais, e respondendo suas dúvidas comuns via WhatsApp, então você pode se interessar pelo curso Personal Chef Low-Carb.

Você também pode acompanhar o trabalho da Didi nos seguintes endereços:

Ouça o podcast completo clicando no player abaixo:


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Assista ao episódio e compartilhe com seus amigos!

É uma maneira muito fácil de transformar sua ida ao trabalho em um momento de produtividade e lazer :)

Transcrição Completa do Episódio

Guilherme: Bem-vindo a mais um podcast do Senhor Tanquinho. Eu sou o Guilherme.

Roney: E eu sou o Roney. E aqui a nossa missão é deixar você no controle do seu corpo.

Guilherme: Olá, Tanquinhos e Tanquinhas!

Bem-vindos a mais um episódio do nosso podcast.

Roney: Desta vez nós iremos falar com a Dirlene D’Addio, que é a criadora do blog Deli Art Cake Creations e também é uma cozinheira do mundo Paleo.

Guilherme: Fala, Didi, tudo bem?

Dirlene D’Addio: Oi! Tudo bem, meninos!

Guilherme: Só para lembrar quem está ouvindo a gente, a ideia é ser um podcast rápido.

Um espaço para as pessoas conhecerem mais sobre o trabalho da Didi e aprenderem mais também sobre alimentação.

As perguntas que nós vamos fazer são rápidas, mas você, Didi, pode levar o tempo que quiser para responder.

Então, o que nós sabemos da Didi, é que a Didi gosta muito de cozinhar e faz alguns anos que ela começou a se interessar mais por alimentação, devido a problemas com glúten, soja, lactose – e aí conheceu a dieta Paleo.

A partir daí foi mostrando receitas que integram esse estilo alimentar, com muito sabor.

É isso, Didi? O que faltou a gente falar?

Dirlene D’Addio: É isso aí!

Foi a partir de 2005 que eu comecei a desejar mudar o rumo da minha vida, eu ainda trabalhava com hotelaria, trabalhava na área de vendas e não estava muito satisfeita e sempre gostei muito de cozinhar, especialmente doces, eu tenho que confessar. Gostava de fazer doces.

E aí eu resolvi assumir essa paixão como profissão. Então eu fui me preparar, estudar, conhecer as técnicas e abrir a minha empresa.

O que eu não esperava é que em 2011 eu fui diagnosticada com nódulos inconclusivos na tireoide.

Tive que retirar a tireoide e a partir daí, isso com outros pequenos problemas de saúde que vão surgindo…

É uma dorzinha aqui, uma coisa ali, enxaqueca, joelho… e aí alguns profissionais começaram a me recomendar: “Por que você não tira o glúten?” E eu achava aquilo uma tremenda bobagem, chegava a me irritar: “Como tirar o glúten? Eu vou comer o que?”

E era assim: “Tira o glúten e o leite ao mesmo tempo”. “Não! O que eu vou comer?”. Eu era louca por queijo, como todo mundo, ?

E também era louca por pães e fazia, toda a semana, pelo menos uma vez, eu fazia aqueles pães artesanais, cheios de grãos, fermentação natural, então era uma absurdo. Mas aí, eu: “Ah, bom. Eu vou tentar.”.

Aí abriu-se essa porta para os alimentos que a gente não digere bem e que estão intimamente relacionados com a saúde.

Então foi a partir do final de 2011, começo de 2012, que eu entrei nesse mundo. Primeiro no mundo sem glúten, sem leite e aí depois disso eu descobri a Paleo e fui me encantando a ponto de mudar a minha atividade profissional.

Não fazia mais sentido eu trabalhar com doces, com bolos tradicionais, sendo que eu mesma já não podia mais comer e tinha percebido o quão nocivo poderia ser para a saúde de todos ou de muitas pessoas.

Então a partir daí, vou dizer, em 2013 eu passei a olhar a Paleo não só para a minha vida pessoal, mas também como profissão no sentido de começar a desenvolver alimentos, não só mais sem glúten, sem derivados de leite, mas também dentro dos princípios Paleo.

Roney: Que legal, Didi. Percebi que sua história é um pouco diferente da maioria das pessoas que, para você os profissionais já falaram sobre cortar glúten e lactose.

Dirlene D’Addio: Interessante porque hoje em dia ainda é difícil. Naquela época era mais ainda! Era uma nutricionista funcional e um acupunturista e os dois, ao mesmo tempo, começaram a falar as mesmas coisas! E eu: “Meu Deus, o que é que é isso! De onde essas pessoas estão vindo com essas ideias malucas?”.

Roney: É legal até para a gente mostrar como têm profissionais e profissionais. No meu caso e do Guilherme, nós passamos, no meu caso no nutricionista para ganho de peso, no Guilherme, endocrinologista e nutricionista para perda de peso e os profissionais vieram com conceitos super ultrapassados que não deram resultado para nenhum de nós dois.

Mas o que te motivou a passar esse conhecimento, a criar o blog para falar um pouco sobre Paleo e low-carb?

Dirlene D’Addio: Então, o blog já existia. Eu lancei o blog em 2010, então eu já tinha essa ideia de fazer um blog de receitas, depois um blog aliado ao site da minha empresa… isso já vinha acontecendo.

Então a mudança foi a minha conscientização. Eu perceber em mim o quanto aqueles alimentos que todo mundo come me faziam mal e, a partir disso, a impossibilidade de continuar falando e fazendo esses alimentos para as outras pessoas. Foi impossível continuar trabalhando nisso. Foi uma questão de consciência mesmo.

Tanto que se você pegar meu blog lá para trás, no início dele, você vai encontrar as receitas com glúten. Elas estão lá.

O meu passado está registrado lá no blog, só que a partir de um determinado momento, eu deixe de vez. Foi bem assim, ? Mudei os ingredientes e comecei a incluir um pouco da teoria, dos porquês, dos motivos, dos conceitos.

Guilherme: Legal, Didi.

Nós sabemos que muita gente começa a se interessar, começa primeiro pela questão de saúde e começa a querer entender a teoria e tudo, mas muitas vezes as pessoas comeram fast-food a vida inteira ou comida fora de casa, sempre teve as opções prontas e não sabe muito bem como começar a cozinhar, o que acaba sendo uma barreira para as pessoas.

Então para quem está começando na cozinha, qual é o alimento e qual é o instrumento que não podem faltar na sua cozinha?

Dirlene D’Addio: Então, eu até lancei o curso “Dominando a cozinha low-carb” recentemente, um curso em vídeo, que fala exatamente para essas pessoas.

Para essas pessoas que não tem familiaridade com a cozinha e mostra o que é fundamental.

Quer dizer, quem está começando e quem quer se virar um pouco mais na cozinha, não precisa saber como é o corte X, Y, Z. Ele só precisa saber cozinhar seu próprio alimento, sua carne, seu legume, enfim, precisa se virar.

Então esse curso aborda justamente esses princípios. Então o que é fundamental? É fundamental ele ter umas três ou quatro panelas de tamanhos diferentes, ter uma frigideira – eu sempre indico que seja uma frigideira de lateral alta –, porque você fazer um ovo frito e a cozinha inteira ficar cheia de gordura é muito chato. E com uma panela um pouco mais alta você evita que espirre tanto, então é muito prático.

E alguns utensílios, tipo algumas travessas, uma tábua de carne, umas duas boas facas – uma menor, uma maior –, um ralador, um cortador; quer dizer, coisas simples que fazem com que você resolva praticamente tudo.

Não precisa ter equipamentos sofisticados, importados, gourmet. Coisas simples são fundamentais. O resto, se você quiser uma panela do jeito tal, elétrica, com não sei que tecnologia moderna, ok, é por sua conta, mas não é absolutamente necessário.

Também é importante fazer alguns pratos simples, entender quais são os cortes de carne, saber como fritar, como assar, como cozinhar… e a mesma coisa com legumes.

Aí você pode fazer um ou outro tipo de sobremesa para sofisticar um pouco mais o seu cardápio, um prato para você apresentar para a sua namorada, para a família, ? Um prato especial… Mas você aprendendo o básico, você vai se virar bem e não vai passar aperto na cozinha.

Guilherme: Com certeza.

Nós sabemos que você lançou o curso, nós deixaremos o link aqui embaixo para o pessoal poder conferir também. E, para quem está iniciando na culinária, qual é a pergunta, ou dúvida, ou dificuldade que você mais encontra?

Dirlene D’Addio: Olha, a maior dificuldade, é bem interessante: “Ah, qual é a temperatura adequada do fogão? A panela certa para esse tipo de coisa que eu quero fazer?” ou então: “Qual a espessura da carne, que peça ou que tipo de carne é a mais adequada para tal prato que eu quero fazer?”, mais ou menos esse tipo de coisa.

Guilherme: Entendi. São coisas mais específicas para pratos que a pessoa deseja fazer, por exemplo.

Dirlene D’Addio: É.

“Um ovo frito, qual é a melhor gordura? É melhor fazer com manteiga ou azeite?”, por exemplo. Ou: “Quanto tempo eu deixo o ovo na frigideira para fritar?”. Então são coisas que normalmente eu digo, essa da gordura, eu sempre falo: “Experimenta”.

Faz um dia com manteiga, outro dia com azeite. Veja qual você gosta mais porque é questão de sabor, de preferência pessoal. Qualquer uma funciona bem. E o tempo também varia.

Para mim, quando as bordinhas já estão mais douradinhas, já está bom. Agora tem gente que gosta mais passado ou menos. É muito individual.

O que eu falo para as pessoas sempre, insisto muito, é: “Divirta-se na cozinha”. Não tem certo e errado. Tem um aprendizado que é empírico. Tudo bem que existem técnicas, existe um tempo preciso para fazer tal e tal coisa, mas quem está cozinhando só para se alimentar não precisa se preocupar com essas técnicas tão refinadas. Só precisa se divertir e aprender a fazer do jeito que gosta.

Então a primeira vez vai sair de um jeito, talvez não seja o seu ideal; aí você na segunda vez já tenta melhorar, até que você chega ao seu jeitinho preferido de fazer, que tenha o resultado que te agrada mais. Pronto. Perfeito. Então a cozinha é empírica. É testar. Entre erros e acertos, você vai aprendendo e vai ficando cada vez melhor.

Roney: Perfeito! Muito legal essa resposta, Didi.

Acho que isso mesmo. É importante divertir também na cozinha até para não tornar aquilo uma obrigação chata, para não encarar com mau humor esse tipo de ocasião que querendo ou não você vai ter de vez em quando na sua vida.

Dirlene D’Addio: É verdade.

Roney: Se você tivesse um conselho para quem deseja começar – assim como você começou – a eliminar glúten, lactose, e reduzir os carboidratos… que conselho seria esse para a pessoa conseguir seguir com isso para a sua vida?

Dirlene D’Addio: O que eu falo sempre é que nós sofremos muito antes. Então como eu estava contando para vocês, que quando os médicos começaram a me falar, me sugerir a retirada dos alimentos, eu achava aquilo um absurdo, cheguei a falar para eles: “O que eu vou comer se eu tirar isso?” e eu sempre escuto isso das pessoas: “Mas o que eu vou comer se eu tirar o pão e o macarrão?”

Enfim, então o susto vem antes. Porque nós estamos tão habituados a comer essas coisas, a fazer do pão e macarrão a base da sua dieta, que a princípio a gente se assusta e sofre muito antes de tomar a decisão.

Depois que você toma a decisão, você vê que não é tão difícil assim. E o que é importante? O importante é você abastecer a sua despensa e a sua geladeira de bons alimentos, que não sejam à base de glúten, nem à base de carboidratos, nem à base de gordura ruins; ou seja, de comida de verdade, de bons alimentos.

Abasteça a sua casa para, quando te der a fome, você ter opções. Opções boas para comer e não ficar desesperada atrás de um pão ou de um biscoito.

A segunda coisa é: ter coisas extremamente gostosas. Então no início, abusar do chocolate 70% cacau, abusar do bacon, abusar da picanha, abusar dos laticínios, se você não tem intolerância; eu acho super bem-vindo porque é aquela explosão de sabor e você não vai sentir falta das outras coisas que você não vai poder comer.

Então isso vai te animar a continuar firme na dieta, a seguir em frente e começar a obter os resultados positivos que vão te animar a continuar mais ainda.

Guilherme: Perfeito! Ótimas dicas!

Nós sempre gostamos de dizer também que a dieta começa no mercado, então você tem que abastecer a sua casa com alimentos que estejam alinhados com os seus objetivos e evitar abastecer, evitar ter em casa as porcarias que você não quer comer. Se você não quer comer um alimento, por que você vai ter ele em casa, ?

Dirlene D’Addio: É. Quem tem família que não está participando, não está fazendo a dieta junto, tem esse problema porque os outros familiares vão comer o pão, o macarrão, o açúcar, etc.; mas nós temos que manter o foco, ? Saber o que é bom para a gente.

Não ficar perturbado com o que o outro está comendo e se tem outras opções na sua casa que você não pode tirar, tenha as suas também. Tenha lá o seu bacon na sua geladeira, que ajuda muito. Um bacon com ovo, eu acho que é uma explosão de sabor muito maior do que um prato de macarrão com qualquer molho.

Guilherme: Com certeza.

Em termos da sua jornada com o blog, com a confeitaria, qual é a maior dificuldade e qual é a maior alegria que você vive no dia-a-dia?

Dirlene D’Addio: Olha, a maior alegria é quando eu recebo o feedback das pessoas assim: “Ai, que bom que eu vou ter o que comer!”. Isso acontece muito na Páscoa, com crianças que são intolerantes ao leite… eu já atendi telefonema de mães chorando: “Meu filho vai comer ovo de Páscoa esse ano!”. Então é muito emocionante, é muito gostoso isso.

E a maior dificuldade é realmente a gente ter todos os objetivos da nossa empresa definidos, a missão, dentro de uma sociedade que pensa diferente.

Muita gente ainda pensa de forma tradicional, então o alimento, quanto mais durar, melhor; quanto mais barato melhor, independente da qualidade; quanto mais prático melhor, então você, como negócio, sobrevivendo dentro de uma sociedade que ainda em sua maioria pensa dessa forma, é o maior desafio.

Roney: Com certeza, Didi, imagino.

Até para nós que só temos o blog e nem vendemos o que cozinhamos, já é difícil explicar, mostrar como esse tipo de estilo de vida pode fazer bem, quanto mais para vender esse tipo de produto, ?

Nós estamos chegando na parte final já da entrevista, como nós falamos era bem rápida, mas com relação ao que nós te perguntamos hoje, você acha que teve alguma pergunta que você gostaria de ter respondido, mas que nós acabamos não fazendo?

Dirlene D’Addio: Acho que não! Acho que falamos sobre tudo o que é fundamental sobre a minha trajetória e sobre também a dieta e como que a gente vivencia a dieta no dia-a-dia.

Só queria agradecer mesmo, meninos, a disponibilidade em estar aqui conversando.

Eu espero que o público de vocês, que escute a nossa conversa, goste e consiga usufruir daquilo que nós estamos conversando aqui, de alguma forma, que tire proveito de alguma forma das nossas experiências e da nossa conversa.

Guilherme: Com certeza eles vão tirar, sim. É um pessoal bem engajado, que gosta bastante de aprender, então acho que eles vão gostar bastante dessa conversa e, para finalizar, fala para as pessoas onde elas podem saber mais sobre você, ver o seu trabalho, sobre o curso, enfim, onde as pessoas podem conhecer mais sobre a Didi.

Dirlene D’Addio: Legal, então, como vocês falaram, eu tenho um site, um blog, chamado DeliArt Cake Creations.

Esse nome é o nome lá do princípio, de quando eu comecei na confeitaria, então para facilitar para as pessoas que estão chegando agora com a Paleo e com a low-carb, vocês podem acessar também o meu site e blog pelo endereço www.docepaleo.com.br.

Nós temos a loja virtual dos produtos que preparamos, dos e-books e também, clicando em receitas, vocês podem acessar receitas e posts sobre a low-carb, a Paleo, doenças autoimunes, sobre problemas relacionados ao leite e laticínios em geral, enfim, está tudo lá.

Roney: Legal, Didi.

Nós vamos deixar os links para o seu site aqui na descrição também para o pessoal poder ver e os links para as suas mídias sociais também para o pessoal poder acompanhar o seu trabalho.

Você também tem vários livros de receitas, o curso para quem está iniciando na cozinha low-carb… vai estar tudo aqui embaixo para todo mundo poder conferir seu trabalho.

Dirlene D’Addio: Legal. Agradeço.

Guilherme: Então é isso. Nós que queríamos agradecer pelo seu tempo, por ter se disposto a fazer essa conversa com a gente aqui hoje e contar uma outra perspectiva de como a Paleo pode ajudar a melhorar problemas de saúde mesmo, que não foi na sua história, uma questão motivada pela estética, mas sim uma questão de sobrevivência.

Dirlene D’Addio: É, exato. Isso é uma coisa que eu também bato muito nessa tecla, sem querer estender muito a nossa conversa, mas eu vejo muita gente preocupada só em emagrecer. Tudo bem, emagrecer, muitas vezes também é saúde, quando a pessoa está acima do peso; mas às vezes, gente como eu tinha lá um monte de probleminha de saúde.

Era uma enxaqueca que aparecia dia sim, dia não; era uma dor no joelho que tinha sido diagnosticada e estava em tratamento; era isso, era aquilo que a gente vai se acostumando com essas pequenas dores e quando você está fazendo uma dieta saudável, essas dores tendem todas a sumir.

Então é muito importante olhar pelo ponto de vista da saúde, acima do emagrecimento, da estética, como vocês falaram. É muito importante porque a Paleo e a low-carb tem muito a ver com isso: com saúde.

Guilherme: Com certeza.

Bom, Didi, nós ficamos por aqui.

Para você que acompanhou a gente até aqui, não esqueça de dar uma avaliação para o nosso podcast, ajuda bastante a gente a crescer; e também a se inscrever na nossa lista para ser avisado quando sair os novos episódios. Vai ter um link aqui embaixo do episódio também para você poder fazer isso.

Roney: Bom, nós esperamos que vocês tenham gostado de conhecer a Didi e muito obrigado, Didi, mais uma vez, por ter cedido seu tempo para a gente.

Guilherme: Nós nos vemos num próximo episódio. Um forte abraço.

Guilherme e Roney: Do Senhor Tanquinho.

Guilherme: Você acabou de ouvir mais um episódio do podcast do Senhor Tanquinho.

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