Os 11 Reais Problemas do Trigo (Não É Apenas Glúten!)

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Tradução, adaptação e finalização por Guilherme Torres e Roney Fernandes. O texto original está aqui.

Não importa o quanto você se interesse por dietas, você provavelmente sabe que  o glúten é uma espécie de “vilão” da alimentação.

Porém, mesmo que você o esteja evitando, você sabe realmente o perigo que ele representa?

E sabia que há outras coisas no trigo que também devem ser evitadas?

Afinal, o trigo não é um alimento bom para a maior parte das pessoas – e inclusive por razões que não tem nada a ver com o glúten.

Neste texto, vamos explorar 11 dessas razões. Por isso continue lendo até o final, para descobrir quais são essas 11 razões e ainda conferir o infográfico resumo que preparamos para você.

Infográfico Resumo

Se você não estiver com tempo agora de ler o texto completo, esse infográfico poderá lhe fornecer as principais informações do post de maneira resumida.

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Clique na imagem acima para visualizar o infográfico completo.

Conceitos Básicos sobre o Glúten e o Trigo

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Primeiramente, um lembrete: o trigo é um grão.

Sendo que as calorias do trigo são provenientes principalmente de carboidratos, mas ele também contém algumas proteínas problemáticas, como:

  • Glúten
  • Aglutinina de Germe de Trigo
  • Inibidores Amilase-Tripsina

E os problemas causados por essas proteínas não são os mesmos que os problemas de glicemia que são causados pelos carboidratos do trigo.

Ao mesmo tempo, é fato que obter a maior parte das suas calorias a partir do trigo (especialmente trigo refinado) pode causar problemas metabólicos como variações nos níveis de açúcar no sangue.

Mas essas questões metabólicas poderiam ser causados por qualquer dieta rica em carboidratos – e eles só são relevantes para pessoas que ingerem uma grande quantidade de trigo.

Isto é, algo como um pequeno pedaço de kibe não traria nenhum problema.

Por isso, este post não trata sobre questões metabólicas de glicemia sanguínea e ingestão de carboidratos.

Em vez disso, ele trata de uma lista totalmente diferente de problemas causados especificamente pelo trigo e pelas proteínas que ele contém.

Sendo que esses problemas são relevantes mesmo para quem come uma pequena quantidade de trigo – e até mesmo para algumas pessoas que se sentem bem comendo carboidratos.

Mas afinal, o que o trigo pode ter de tão ruim?

Problema do Trigo e do Glúten #1 – Seus Efeitos Não São Restritos a Pessoas com Doença Celíaca

11 motivos para largar o trigo e o glúten

O mais famoso problema relacionado ao trigo é a doença celíaca, uma reação autoimune provocada pelo glúten, podendo ser tratada com uma dieta livre dessa substância.

Estima-se que cerca de 30 a 40% das pessoas tenham o padrão genético para potencialmente desenvolver a doença celíaca, mas apenas cerca de 1 a 3% delas de fato a contraem – não está claro por que, mas pode estar relacionado com o microbioma do intestino.

A maioria das pessoas sabe que a doença celíaca requer a exclusão absoluta de glúten da dieta.

Porém muita gente também acha que, se você não tem a doença, você está completamente liberado para comer quanto trigo desejar sem nenhum efeito colateral.

E isso não é verdade.

Recentemente, tem havido um aumento no interesse de estudar outras doenças como a sensibilidade não-celíaca ao glúten (do inglês, NCGS).

Muitas pessoas têm relatado sensibilidade ao glúten sem possuir de fato a doença celíaca (como explicaremos a seguir, há uma reação imune diferente envolvida).

Há também o problema da interferência de outras proteínas do trigo.

Pois aglutinina de germe de trigo e inibidores amilase-tripsina não são a mesma coisa que glúten, mas você pode ser sensível a eles – independentemente de como o seu corpo lida com o glúten em si.

Portanto, o trigo não é apenas um problema para pessoas com doença celíaca – e há muito mais nele do que apenas glúten.

Problema do Trigo e do Glúten #2 – Trigo e Glúten Podem Causar Inflamação Intestinal

11 motivos para largar o trigo e o glúten

A inflamação é a resposta natural de seu sistema imunológico a lesões.

Você pode vê-la em ação sempre que você se cortar ou se machucar e a área ao redor ficar toda vermelha e sensível.

E as proteínas do trigo agem da mesma forma em relação ao seu intestino.

Porque elas são como aqueles “cortes de papel” (aqueles pequenos cortes no dedo, causados por papel), que incomodam a parede de seu intestino e causam uma resposta inflamatória.

No caso, a ocorrência mais frequente é a inflamação causada por glúten – seja em pessoas com doença celíaca, seja em pessoas com sensibilidade (não-celíaca) ao glúten.

Mas o problema é que o trigo também pode causar inflamações até mesmo para pessoas que não são sensíveis ao glúten.

Por exemplo, os inibidores amilase-tripsina (ATIs, da sigla em inglês) podem provocar uma resposta inflamatória no trato gastrointestinal, porque eles estimulam células do sistema imunológico.

Essa reação pode ocorrer tanto em pessoas sensíveis ao glúten quanto nas não sensíveis.

E essa inflamação é perigosa porque pode aumentar a permeabilidade intestinal (problema #3).

Problema do Trigo e do Glúten #3 – Glúten e Trigo Aumentam a Permeabilidade Intestinal

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A inflamação no intestino, que mencionamos acima, contribui para um problema chamado de permeabilidade intestinal.

Vamos explicar o que isso significa.

O intestino tem um sistema muito complexo de “controle de fronteira”.

Esse sistema é o que permite que o alimento digerido entre em sua corrente sanguínea (é assim que você obtém os nutrientes a partir da comida), ao mesmo tempo mantendo dentro do intestino todo o “resto”.

Todos os dias, você acaba engolindo juntamente com a comida milhões de vírus e bactérias, além de moléculas indigestas (como poeira, por exemplo) que precisam ser expulsas do organismo – e que não devem ir parar no seu sangue.

Mas a inflamação no intestino mexe com esse delicado sistema de controle de fronteira.

Isso porque, quando há uma reação inflamatória, acontece um afrouxamento das junções entre as células na parede intestinal – deixando, então, muita coisa passar.

(Como nesse fenômeno o intestino atua como se estivesse “furado”, é daí que vem o nome popular de “intestino permeável”.)

Ainda por cima, além da inflamação levar ao aumento da permeabilidade, o glúten acelera ainda mais esse processo estimulando a liberação de uma proteína chamada zonulina.

Essa proteína, quando liberada,  contribui para o afrouxamento das junções entre as células no intestino.

(Sendo que a zonulina atua independentemente da inflamação intestinal.)

Porém, quando juntamos a inflamação intestinal com a maior concentração de zonulina, o que resulta é uma permeabilidade intestinal bem aumentada – e isso pode ser um grande problema, ainda mais porque é um fator extremamente ligado com o desenvolvimento de doenças autoimunes.

Problema do Trigo e do Glúten #4 – Problema em Dose Dupla: Aglutinina de Germe de Trigo

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Eis mais um problema que afeta também os não-celíacos: as aglutininas de germe de trigo (que, como você pode adivinhar pelo nome, estão presentes no trigo) são proteínas inflamatórias, e que causam a desregulação do sistema imunológico.

E, apesar do nome “aglutinina” ser parecido com “glúten”, é importante notar que eles não são a mesma coisa.

As aglutininas de germe de trigo podem provocar uma resposta inflamatória em células do intestino, perturbando sua barreira imune natural.

Isso faz com que ele fique mais permeável às coisas que não deveriam ir para o sangue.

E claro que glúten e aglutinina de germe de trigo (do inglês, WGA) normalmente vêm juntas – no trigo!

Porém ressaltamos a diferença entre elas porque é possível ter problemas com as WGA mesmo se você não tiver nenhuma reação ao glúten.

Problema do Trigo e do Glúten #5 – Aumento do Risco de Autoimunidade Intestinal

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Acabamos de ver, nos itens #1 ao #4, que o trigo e alguns de seus componentes deixam o intestino mais permeável.

E o que acontece quando o intestino se torna mais permeável é que moléculas que não deveriam ir para o sangue acabam indo parar lá.

Sendo que uma dessas moléculas que é prejudicial quando na corrente sanguínea é o próprio glúten.

Mais especificamente, um dos componentes do glúten, que se chama gliadina.

Quando a gliadina entra na corrente sanguínea, ela vai encontrar células do seu sistema imunológico – e aí acontece um fenômeno chamado de mimetismo molecular.

O mimetismo molecular funciona assim: quando algum corpo estranho entra na corrente sanguínea, o sistema imunológico forma anticorpos contra esse invasor.

Até aí, tudo bem: afinal, é assim que o sistema imunológico deveria funcionar.

O problema é que, se esse invasor se parecer suficientemente com um tecido de seu próprio organismo, então os anticorpos formados para combater o invasor podem começar a atacar o seu próprio corpo também.

Inclusive, é possível que o mimetismo molecular seja justamente a razão pela qual as pessoas com doença celíaca sofrem de ataques contra suas próprias células do intestino: porque, para seus sistemas imunológicos, a gliadina se parece muito com as células que revestem a parede intestinal.

E o mimetismo molecular relacionado à gliadina ainda pode ser um fator de preocupação para outros males além da doença celíaca – como, por exemplo, a doença de Crohn.

(Tanto que, em um estudo, uma dieta livre de glúten ajudou a maior parte dos pacientes que a experimentaram.)

Porém as doenças autoimunes relacionadas ao glúten não param no intestino…

Problema do Trigo e do Glúten #6 – Aumento de Vulnerabilidade a Doenças Autoimunes

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Se você se aprofundar em pesquisas sobre a doença celíaca e o glúten, você encontrará um monte de estudos vinculando-os com todos outros tipos de doenças autoimunes, incluindo distúrbios autoimunes da tireoide, diabetes tipo 1, fibromialgia, artrite reumatoide, doença autoimune do fígado e algumas doenças de pele autoimunes diferentes.

O fator comum dentre elas pode ser o glúten.

Glúten de trigo é o principal gatilho em potencial da diabetes tipo 1 (o tipo autoimune, não o tipo relacionado com dieta e estilo de vida).

Em um estudo, a alimentação de ratos com uma dieta livre de glúten reduziu a taxa de diabetes tipo 1 em seus filhotes.

Há também evidências que a amamentação das crianças reduz a taxa de diabetes tipo 1, o que faz sentido se o glúten for o problema, já que a amamentação atrasa a introdução de glúten na dieta do bebê.

A propósito, adivinha quais outros problemas de saúde comuns têm um componente autoimune?

Obesidade e Diabetes Tipo 2 – que podem ser tratados com uma dieta cetogênica (e, claro, livre de glúten).

Problema do Trigo e do Glúten #7 – Reações Autoimunes em Pessoas Sem Doença Celíaca

11 motivos para largar o trigo e o glúten

O problema #6 acima nos deu boas razões de por que a doença celíaca está associada com outras doenças autoimunes.

Porém, agora vamos ver como mesmo pessoas que não têm doença celíaca podem ter problemas com doenças autoimunes.

Um estudo concluiu que muitas pessoas com sensibilidade não-celíaca ao glúten têm marcadores autoimunes no sangue, sugerindo que a exposição ao trigo pode estar causando problemas autoimunes – mesmo sem elas terem a doença celíaca.

Um aspecto curioso desse problema é que pacientes com sensibilidade não-celíaca ao glúten podem ter um tipo diferente de reação autoimune (do que aqueles que são de fato celíacos), destacando ainda mais o fato de doença celíaca e sensibilidade não-celíaca ao glúten serem duas coisas diferentes.

De todo modo, o ponto importante a se lembrar é que ambas envolvem respostas autoimunes potencialmente sérias.

Problema do Trigo e do Glúten #8 – Danos à Flora Intestinal

11 motivos para largar o trigo e o glúten

A flora intestinal, também conhecida como bioma do intestino ou microbioma do intestino, é o conjunto de bactérias saudáveis que vivem em seu intestino.

Elas ajudam a regular seu sistema imunológico, controlar a permeabilidade intestinal, digerir o alimento, sintetizar nutrientes como a vitamina K2, enviar sinais de fome e de saciedade ao cérebro, e muito mais.

Mas elas realmente não gostam de glúten – e o glúten também não gosta delas.

Pessoas com doença celíaca geralmente têm problemas sérios com a flora intestinal, sendo que esses problemas são significativamente reduzidos quando elas eliminam o glúten da dieta.

Mais uma vez, isso não é limitado aos portadores da doença celíaca: mesmo a sensibilidade não-celíaca ao glúten também causa distúrbios à flora intestinal.

E, pior ainda, mesmo em pessoas que não são sensíveis ao glúten de nenhuma maneira, o trigo ainda pode causar reações inflamatórias que prejudicam o bioma intestinal.

Até porque, como se não fosse o bastante, o trigo também é rico em FODMAPs, o que pode ser um problema a pessoas sensíveis a esse tipo de carboidrato.

Problema do Trigo e do Glúten #9 – Sintomas Gastrointestinais (Mesmo em Pessoas que Não Têm Doença Celíaca)

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Sabemos que tudo isso que falamos sobre bactérias do intestino e permeabilidade intestinal pode parecer um pouco abstrato, e até mesmo desconectado do mundo real.

Por isso, para entender melhor como isso se conecta ao que você sente no seu dia a dia, vamos explicar os sintomas exatos que podem ser desencadeados:

  • Em pessoas com doença celíaca, o glúten causa sintomas severos e imediatos (diarreia e/ou constipação, azia, dor, estufamento, gases, fezes com odor característico e, algumas vezes até mesmo vômito).
  • Em pessoas com sensibilidade não-celíaca ao glúten, os sintomas são tipicamente parecidos com os da doença celíaca – porém às vezes em menor intensidade.
  • Em pessoas que não são especificamente sensíveis ao glúten, a ação inflamatória dos outros componentes do trigo (aglutininas de germe de trigo e inibidores amilase-tripsina) contribui para problemas crônicos de intestino.

Claro que há motivos não-relacionados ao trigo pelos quais uma pessoas possa ter problemas gastrointestinais – por exemplo, stress é um fator de risco bem alto, e certamente não-relacionado ao glúten.

Mas o glúten pode contribuir para o problema, mesmo que seja “apenas” com uma resposta inflamatória mínima à qual você já pode estar até mesmo acostumado.

E é verdade que sentir constipação e sensação de estufamento após as refeições pode ter se tornado até mesmo algo “normal” para você… mas e se não precisasse ser assim?

Problema do Trigo e do Glúten #10 – Sintomas Cerebrais

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Quando pensamos em problemas provenientes do glúten ou do trigo, logo começamos a lembrar dos possíveis distúrbios intestinais.

(Afinal, os sintomas típicos são todos relacionados ao intestino.)

No entanto, um outro órgão importante do seu corpo também está em jogo: o seu cérebro.

Por exemplo, confusão mental e fadiga são sintomas tanto de doença celíaca quanto de sensibilidade não-celíaca ao glúten.

Em um nível mais grave, os efeitos de inflamação do intestino e de perturbação do microbioma envolvidos na resposta imunoinflamatória ao glúten podem aumentar a vulnerabilidade à demência e ao Mal de Alzheimer.

Além disso, doenças autoimunes em geral (como no caso de doença celíaca ou mesmo de outra autoimunidade relacionada ao glúten) podem estar relacionada com a depressão.

E vamos ser bem claros: isso não significa que o glúten seja a causa de todos os problemas de saúde mental ou que sua eliminação da dieta irá curá-los.

Ninguém aqui está dizendo isso.

O importante é reconhecer que a saúde mental é complexa e há inúmeros fatores que devem ser considerados em seu diagnóstico e tratamento.

E que, em algumas pessoas, o glúten pode ser um deles.

Problema do Trigo e do Glúten #11 – Sintomas de Pele

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Por fim, os problemas de pele.

Sabemos que a doença celíaca é a mais famosa causa de problemas de pele, inclusive podendo ocasionar uma doença de pele chamada Dermatite Herpetiforme.

Os sintomas da dermatite herpetiforme incluem erupções cutâneas de cor avermelhada, geralmente associadas a coceira e a bolhas na pele.

Tais sintomas tipicamente aparecem na faixa dos 20 anos de idade.

E – novamente! – esse problema não se limita a portadores de doença celíaca.

Um estudo inclusive descreve o modo pelo qual a sensibilidade não-celíaca ao glúten pode se manifestar na forma de problemas de pele: “muita coceira… semelhante a eczema, psoríase ou dermatite herpetiforme”, aparecendo mais frequentemente nos braços e pernas.

Conclusão e Palavras Finais

11 motivos para largar o trigo e o glúten

Conforme pudemos ver ao longo de todo este artigo, o trigo não é nada bom para a saúde, e pode causar problemas mesmo em pessoas que não são portadoras de doença celíaca.

Também vimos que alguns males causados pelo trigo não são chamativos e dramáticos como episódios de náuseas ou diarreia – mas que, mesmo assim, podem se manifestar de uma maneira ou de outra.

Por isso – visto que a ingestão do trigo não apresenta nenhuma vantagem para a saúde, e sua redução ou mesmo eliminação pode trazer benefícios consideráveis, por que não experimentar por apenas algumas semanas para ver como seu corpo reage?

Você sempre pode voltar a ele se quiser depois!

Na melhor das hipóteses, vai descobrir como seu corpo se sente quando não está em constante contato com esse alimento que tem tanto potencial para ser danoso à saúde.

E, na pior delas, pelo menos vai ter feito um bom exercício de mudança de rotina e encontrado algumas alternativas saborosíssimas ao trigo de cada dia – como pão de parmesão e linhaça e macarrão de abobrinha.

As pessoas que seguem dietas low-carb como a dieta paleo e a dieta cetogênica inclusive concordam que essas alternativas são mais gostosas que as originais!

E você, já eliminou ou reduziu o trigo da sua vida? Está disposto(a) a tentar?

Vamos conversar nos comentários!

11 motivos para largar o trigo e o glúten


Referências:

Para deixar a leitura mais fluida, separamos algumas das referências citadas no texto original e as agrupamos aqui:

  • Gisela Vannier

    Quando eu li o livro “barriga de trigo” fiquei mesmo assustada com o potencial devastador dessa gramínea modificada através de inúmeros enxertos à qual ainda chamamos de trigo.

    • “gramínea modificada através de inúmeros enxertos” – você disse tudo, Gisela!

  • Jana Fornari

    verdade, a inflamação pra mim é o pior deles, fico inchada quando como trigo. Obrigada pela materia

    • Obrigado por comentar, Jana!

      E é verdade, muita gente tem reações ao trigo nem ao menos sabe disso! Ainda bem que você sabe :)

      Abraços

  • Luísa Candeias

    Deixei de comer tudo o que contem trigo!

  • Obrigado pelo comentário e pelas palavras gentis, Beth!

    Desejamos a você muito sucesso no seu novo estilo de vida :)

    Abraços!

  • Oi Silmara,

    muito obrigado pelo seu comentário!

    E você tem razão: realizar experimentos em nós mesmos é realmente uma das maneiras mais fascinantes de aprendermos o que nos faz bem e o que nos faz mal.

    Ficamos muito contentes de ler que você está se sentindo melhor com essa mudança low-carb – e ainda mais encontrando receitas excelentes!

    Forte abraço e muito sucesso!

  • Olá, Benvinda,

    Muito obrigado por seu comentário – ficamos felizes em saber que gostou do conteúdo. :)

    Forte abraço!