Dieta Carnívora X Dieta Vegetariana. Comparação Completa Entre As Duas Dietas

Qual dieta é mais saudável? A carnívora ou a vegetariana?”

De uns tempos para cá, nós temos visto cada vez mais pessoas buscando atingir uma alimentação saudável.

Porém, o que não temos visto é um consenso sobre o que seria essa alimentação ideal.

Muito pelo contrário: as pessoas parecem se polarizar em direções opostas.

E, por isso, duas tendências cada vez mais crescentes são a dieta carnívora e a dieta vegetariana.

Sendo que — inclusive por pedidos dos nossos leitores — nós estudamos bastante sobre cada uma dessas duas vertentes.

E resolvemos ir além: e vivenciar na prática esses dois estilos alimentares.

Numa espécie de “desafio” pessoal.

Por isso, fizemos primeiro o desafio de uma semana ovo-lacto-vegetariana.

E depois o desafio de uma semana 100% carnívora.

E aproveitamos para documentar tudo na forma de vídeos.

Tudo mesmo: cardápio diário, calorias, nutrientes, custo, preparo dos alimentos, níveis de energia e disposição, funcionamento intestinal, e muito mais.

Por isso, vamos te contar nossos aprendizados com os dois desafios.

E vamos revelar o que você pode aprender com essas duas estratégias.

Para assim ter uma vida mais saudável, longa e feliz.

Desse modo, vamos direto aos nossos aprendizados em cada um deles.

Desafio Vegetariano Low-Carb

Antes de mais nada, é importante notar que o nosso desafio foi o seguinte.

Seguir uma dieta low-carb, ovo-lacto-vegetariana.

Ou seja: nós incluímos ovos e laticínios junto aos vegetais na nossa dieta vegetariana.

E nos mantivemos nossa ingestão de carboidratos líquidos abaixo de 100g por dia.

E descobrimos que é totalmente possível seguir esse estilo alimentar.

Tão importante quanto isso é notar que, mesmo com essas restrições (low-carb e vegetariano), é possível ingerir uma quantidade decente de proteínas.

No caso, mais de 2g de proteína por kg de massa corporal, todos os dias.

E tudo isso sem comer calorias em excesso — você pode ver nossas calorias diárias documentadas no vídeo acima ou neste arquivo pdf que preparamos para você.

Um outro aprendizado importante foi perceber que a dieta é bem saborosa.

Pois ela permite ingerir uma incrível variedade de vegetais no seu dia a dia.

Também experimentamos com diversas preparações com ovos, omeletes e mesmo alguns queijos diferentes.

No caso, o Guilherme usou mais lácteos, como o iogurte grego e o Skyr (uma espécie de probiótico, análogo ao kefir de leite).

E não consumiu suplementos de proteína.

Já o Roney optou por consumir um suplemento de albumina (a proteína do ovo) para completar a ingestão diária de proteína recomendada.

(Embora também fosse possível usar outros suplementos de proteína veganos, como proteína de arroz ou ervilha.)

Mas a base da alimentação acabaram sendo mesmo os vegetais.

Sendo que inclusive fizemos receitas low-carb vegetarianas, como esta sopa de brócolis com queijo.

No entanto, acredito que o maior aprendizado tenha sido em termos de mentalidade.

Porque muitas vezes, ao seguir a dieta low-carb, nós temos a ideia de que um bom prato é feito quando juntamos uma carne a alguns vegetais.

E, geralmente, isso de fato é o suficiente.

Porém, ao retirar a carne, talvez você tenha de pensar um pouquinho mais nos vegetais.

Nas combinações de alimentos.

Na maneira de preparo.

E muito mais — para assim ter uma nutrição mais adequada e, até mesmo, mais gostosa.

Resumindo: Fazer uma semana vegetariana low-carb foi bastante fácil. Porque já comemos bastantes ovos e vegetais em nosso dia a dia.

Aumentamos um pouco o consumo de laticínios low-carb, e fizemos diversas receitas vegetarianas saborosas.

Você pode baixar o dossiê completo desta semana clicando aqui.

Após esta semana, partimos na direção oposta.

E fizemos o desafio carnívoro.

Desafio Carnívoro

O desafio carnívoro trouxe consigo diversos aprendizados.

Que foram especialmente valiosos em comparação com o desafio low-carb vegetariano.

Por exemplo, eu percebi que eu precisava de muito menos quantidade de comida para ficar saciado.

Isso acontece porque a base da alimentação carnívora são as carnes.

E elas são mais densas (mais “concentradas”) em termos de calorias, nutrientes, proteínas e gorduras.

Também não foi nenhum trabalho manter uma dieta low-carb comendo apenas produtos de origem animal.

Pois eles já são virtualmente zero carboidratos.

E ricos em boas proteínas e boas gorduras.

Também foi muito gostoso provar diversas partes dos animais que nós nem sempre comemos.

Isso inclui, por exemplo, órgãos como o fígado, o coração, e a moela.

Que são partes extremamente ricas em nutrientes e que muita gente despreza, por não gostar do sabor ou ter algum tipo de preconceito.

Mas que ainda contam com a vantagem de serem economicamente mais em conta, na maioria dos açougues.

Além disso, eu também fiz caldo de ossos.

O caldo de ossos é uma bebida extremamente rica em nutrientes também, e que pode ser consumida no desafio carnívoro.

Na minha opinião, os ossos e as vísceras “devem” ser consumidos nesse estilo alimentar.

E também consumi laticínios low-carb no desafio — mas mais como sobremesa e uma espécie de “tempero” do que como uma grande fonte de nutrientes.

Eu gostei bastante de ter feito este desafio.

Ele foi bem fácil de seguir, e bem prático.

Até porque eu usei muito a grelha elétrica para fazer a maior parte das minhas preparações.

Também foi fácil não ter de planejar muito as refeições, nem perder muito tempo pensando nisso.

Confesso que achei bastante estranho não comer nem uma saladinha.

Como eu tenho o costume de comer bastantes vegetais, há vários anos, essa restrição por dias seguidos pareceu um pouco “artificial”.

Mas me senti bem energizado e disposto durante todo o desafio.

E não tive problemas para ir ao banheiro.

(Estou ressaltando esta parte porque as perguntas que mais recebi durante o desafio diziam respeito a intestino preso.)

Resumindo: a dieta carnívora pode ser bem prática, e fácil de seguir. Com ela, percebi que preciso de menos comida para ficar saciado.

Não senti nenhum efeito colateral durante o desafio, e acredito que entrei em cetose.

Você pode baixar o dossiê completo da minha semana carnívora clicando aqui.

Vegetariana Ou Carnívora — Qual É Mais Prática?

Curiosamente, ambas as dietas podem ser bem práticas.

Por exemplo, no caso da carnívora.

Você pode jogar uma carne na frigideira ou na churrasqueira, e está feito.

Você não tem que se preocupar em lavar e cozinhar vegetais, nem picá-los.

Já a dieta vegetariana pode dar um pouquinho mais de trabalho, especialmente trabalho mental.

Pois, se você estiver pensando em controlar todas as variáveis como nós fizemos:

  • ingestão de proteínas (mais de 140g por dia),
  • ingestão de carboidratos (menos de 100g de carboidratos líquidos por dia),
  • controle de calorias (não queríamos ingerir 5000 kcal por dia, por exemplo), e
  • variedade (para não comer o mesmo menu por 7 dias seguidos).

Isso pode exigir um pouco de ginástica mental.

No entanto, se você não estiver levando em conta tudo isso, e quiser apenas levar uma vida saudável…

A dieta vegetariana se torna bem prática. (Mesmo se for low-carb.)

No caso, eu consegui levar a dieta vegetariana facilmente ao aproveitar legumes e vegetais congelados.

(Não, eles não perdem todos os nutrientes, pode ficar tranquilo.)

Outro recurso que usei foi:

  • comprar a salada já lavada,
  • adicionar tomates fatiados,
  • colocar algum lácteo, do tipo iogurte grego, em cima,
  • colocar um pouco de queijo parmesão,
  • e somar algumas oleaginosas.

Com isso, conseguia ter uma refeição pronta em cerca de apenas um minuto.

O que demonstra que também é possível viver um estilo low-carb vegetariano com praticidade.

Relacionado: veja uma lista de compras exemplo para a dieta low-carb vegetariana

Resumindo: A praticidade pode existir nos dois estilos de vida.

E, em qualquer estilo alimentar, pode ser inteligente preparar um cardápio com antecedência e comprar e/ou cozinhar parte da sua comida de antemão.

Para assim evitar aquele Deus-nos-acuda a cada vez que ficar com fome.

O foco é aprender a se planejar.

Pois, assim, você consegue usar sua inteligência para que fazer dieta não seja um sofrimento.

Vegetariana Ou Carnívora — Dietas Radicais?

Esses dois estilos alimentares, por mais distintos que sejam, têm algo em comum.

O fato de que ambos são versões mais extremas de uma dieta low-carb.

Isto é: com restrições a mais.

Na dieta low-carb vegetariana, você retira boa parte dos alimentos baixos em carboidratos e ricos em gorduras e proteínas boas (os alimentos de origem animal).

Já na dieta carnívora (que é low-carb e até mesmo cetogênica), você elimina todas as frutas, hortaliças e legumes pobres em carboidratos.

E fica apenas com as carnes, ovos e lácteos.

No entanto, em ambas as dietas você consegue sim viver um estilo de vida mais pobre em carboidratos.

E ainda ter energia e disposição para treinar, trabalhar, caminhar e viver sua vida.

Nós comprovamos isso na prática — pois não deixamos de fazer nada disso durante os desafios.

E, por já estarmos adaptados a um estilo de vida low-carb, não tivemos nenhum sintoma desagradável (como aqueles relacionados à chamada gripe low-carb).

No entanto, algo que gosto bastante de ambas as dietas é que elas tornam óbvio o seguinte fato.

O de que “não gostar de legumes e verduras” não é desculpa para comer pão com salsicha processada.

Pois você pode seguir o estilo de vida carnívoro — que será bem mais saudável.

E, reciprocamente, “não gostar de carne” não é desculpa para viver à base de sorvete e batata frita.

Porque existe uma infinidade de alimentos vegetarianos mais saudáveis do que esses.

(Aliás, comer muita comida processada é um dos 12 maiores erros dos vegetarianos.)

Resumindo: As duas dietas são mais “radicais” do que uma dieta low-carb onívora — no sentido de que implicam numa maior restrição alimentar.

Mas será que ambas são saudáveis?

Ou uma delas faz mal?

Vegetariana Ou Carnívora — Qual É Mais Saudável?

Até agora, você já entendeu que tanto a dieta carnívora quanto a vegetariana podem ser práticas.

Ambas podem ser prazerosas (isso vai depender do seu gosto, obviamente).

E ambas podem te ajudar a emagrecer (não faltam relatos).

Porém, se você for procurar nos sites vegetarianos, vai parecer que a carne é a causa de todos os males do mundo.

E, igualmente, nos sites carnívoros, vai ver muita gente “culpando as couves pelo que o açúcar fez”.

Então, antes de mais nada, quero deixar claro que não aprovamos a distorção da verdade para promover nenhum tipo de agenda.

Porque a impressão geral que se tem em alguns círculos (seja carnívoros, seja vegetarianos) é que a dieta se torna algo quase religioso para essas pessoas.

Com dogmas e princípios que desafiam a realidade.

Sendo que, nesses casos, algumas pessoas tentam distorcer a realidade para caber na dieta, ideologia ou preferência delas.

Por exemplo, a pessoa com certeza pode optar por ser vegana.

Pois nós respeitamos todas as escolhas alimentares das pessoas.

Porém o que não aceitamos são argumentos pífios como “carne causa câncer” ou “comer ovo equivale a fumar cigarro”.

(Pois o fato é que carne não processada não faz mal, e o ovo é um alimento super nutritivo e saudável.)

Nós vemos como parte da nossa missão difundir verdades nutricionais.

E, de posse da verdade, deixar as pessoas tomarem as decisões que elas quiserem.

(Podem inclusive decidir não seguir dieta nenhuma. Mas elas no mínimo têm direito à informação.)

Essas táticas de terrorismo nutricional plant-based foram bastante difundidos por “documentários” (leia-se: propagandas) do veganismo, como What The Health e CowsPiracy.

Porém, se você achava que esse tipo de distorção da realidade só acontecia no caso das dietas vegetarianas ou veganas, pode ficar surpreso agora.

Porque mesmo a dieta carnívora não está isenta desse tipo de besteirol.

Por exemplo, enquanto eu pesquisava para fazer o desafio carnívoro, encontrei blogs falando dos “malefícios dos brócolis” ou dos “perigos do espinafre”.

E fiquei realmente chocado.

Porque eles se utilizavam alguns dados minimamente baseados em ciência.

Mas explodiam suas proporções de uma maneira totalmente ridícula.

Sinceramente: eu não acredito que comer brócolis em proporções normais tenha qualquer tipo de malefício para adultos saudáveis.

Relacionado: preocupado com antinutrientes? O Dr. Cláudio Brasil fala tudo sobre eles nesta entrevista exclusiva

Sendo que existem sim algumas condições de saúde que podem ser pioradas ao se comer alguns tipos de alimentos.

Mas esses são casos específicos — e não conselhos para a população geral.

Isto é: não é que o brócolis faça mal.

E sim que ele pode não ser indicado para pessoas com uma determinada condição.

Até porque, se fôssemos partir das hipóteses de que:

  • carnes fazem mal (argumentos mentirosos sobre câncer e doença cardíaca),
  • ovos fazem mal (argumentos mentirosos sobre colesterol),
  • frutas fazem mal (argumentos exagerados sobre açúcar),
  • laticínios fazem mal (argumentos exagerados sobre lactose e caseína),
  • solanáceas fazem mal (argumentos exagerados sobre alcalóides),
  • hortaliças fazem mal (argumentos exagerados sobre antinutrientes)…

O que sobra?

Sobram grãos, açúcar, e óleos vegetais.

Então talvez essa mentalidade de que “tudo faz mal” é que faça mal para as pessoas.

Porque elas podem acabar caindo na seguinte falácia.

“A carne faz mal, não posso comer.

O brócolis faz mal, não posso comer.

A cada dia chegam informações conflitantes para mim. Não sei em que acreditar.

Como “tudo faz mal”, vou continuar comendo só o que eu gosto, sem me preocupar com a minha saúde.”

Triste, não é mesmo?

Porque essa atitude é justamente o contrário da que queremos incentivar.

Uma vez que comida de verdade, pouco processada, não faz mal a sua saúde.

Sendo assim, pode ficar tranquilo(a).

Porque, diferentemente dos mitos elencados acima:

  • carnes não fazem mal,
  • ovos não fazem mal,
  • frutas não fazem mal (mas pode ser inteligente moderar o uso de algumas),
  • laticínios não fazem mal (se você lidar bem com eles),
  • solanáceas não fazem mal (se você lidar bem com elas),
  • hortaliças não fazem mal.

E nem mesmo os carboidratos conforme feitos pela natureza — como as frutas e raízes — fazem mal.

(Se você for metabolicamente saudável, é claro.

Se tiver resistência à insulina ou diabetes, pode ser inteligente evitá-los.)

Por isso, se a sua dieta carnívora for baseada em carnes, peixes, ovos e vísceras…

E se a sua dieta vegetariana for baseada em vegetais (isto é: não seja um “massatariano”)…

Então as duas podem ser saudáveis.

Desde que você faça escolhas inteligentes.

Resumindo: A sua dieta carnívora ou vegetariana pode ser muito saudável — se ela for baseada em comida de verdade, pouco processada.

A dieta carnívora à base de salsicha e hamburguer fast food não vai ser saudável.

E a dieta vegetariana à base de farinha, açúcar e óleo de soja também não.

Dieta Carnívora E Vegetariana — Comida De Verdade, Sempre

Sendo assim, vale a pena basear a sua dieta — carnívora, onívora, ou vegetariana — em alimentos pouco processados.

Porque, com eles, você consegue montar uma estratégia inteligente e saudável para viver uma vida mais longa e feliz.

Sem ter de abrir mão das suas preferências pessoais e ideológicas.

Pois não parece existir uma dieta humana universalmente saudável.

Mas sim várias dietas que permitem uma saúde e energia excelentes.

(Todas elas baseadas em comida de verdade.)

Nós acreditamos que esse é o aprendizado principal que o Weston Price deixou para a gente.

Weston Quem?”

Weston Price foi um dentista que viajou o mundo investigando o estilo de vida de populações ancestrais.

E o que ele descobriu foi o seguinte.

As populações que comiam comida de verdade eram saudáveis.

Isso passava por populações que sobreviviam comendo principalmente carne de foca — que é basicamente proteína e muita gordura, como os Inuit.

Até populações que ingeriam a maior parte de suas calorias de carboidratos não refinados (como arroz e batata doce).

Passando por dietas a base de peixe, dentre outras.

E outras à base de carne, sangue e leite — como é o caso dos Maasai.

Sendo que todos esses tipos de dieta funcionavam para as populações.

Dado que elas fossem dietas ancestrais, baseadas em comida de verdade, pouco processada.

Dietas que as populações estavam acostumadas a comer há milhares e milhares de anos.

Sendo que algumas pessoas podem estar pensando que essa saúde de ferro não era resultado da dieta ancestral.

E sim algum tipo de característica genética privilegiada.

Mas esse pensamento está errado.

Porque as populações passaram a não ser mais saudáveis (e a ter diabetes, cáries, doença cardíaca, e alta incidência de câncer) ao serem exposta à dieta ocidental.

Ou seja: dieta ancestral, saúde boa.

Dieta moderna, saúde ruim.

E isso foi verdade desde dietas mais carnívoras até dietas mais vegetarianas.

(Não foi registrada nenhuma população ancestral com dieta inteiramente vegana.)

Resumindo: Animal ou vegetal, prefira comida de verdade.

Conclusão E Palavras Finais

Neste artigo, mostramos para você os principais pontos discutidos entre carnívoros e vegetarianos.

Também relatamos como foi a nossa experiência pessoal com esses dois estilos alimentares.

E, se você tem curiosidade de testar algum deles, sugiro que baixe nosso material suplementar gratuito.

#1 — Material carnívoro.

#2 — Material low-carb vegetariano.

Assim você pode ter uma noção de como foi nossa semana.

Sendo que nesses materiais indicamos outros recursos para você se aprofundar.

Esperamos que você tenha gostado desta comparação.

Ela foi postada originalmente em nosso podcast.

O áudio original está convenientemente abaixo.

Você pode ouvir todos os episódios aqui.

E ouvir ou ler as entrevistas com especialistas aqui.

E, agora que já falamos da nossa experiência com dieta carnívora e dieta low-carb vegetariana, nós queremos saber de você.

Você segue algumas dessas dietas?

Ou tem a ideia de outros desafios alimentares?

Comente aqui embaixo — porque estamos lendo e respondendo todos os comentários.

Esperamos seu comentário.

Forte abraço,
— Guilherme e Roney, do Senhor Tanquinho.