Vinho E Dieta Low-Carb: O Guia Definitivo Sobre O Consumo De Vinhos Tintos, Brancos, Espumantes, E Verdes Na Cetogênica

Pode vinho na dieta? E na dieta low-carb? Afinal, vinho é saudável ou não é?”

Qualquer pessoa que aprecie um bom vinho já deve ter se feito alguma destas perguntas.

Por um lado, sempre ouvimos dizer que uma taça de vinho “faz bem para o coração”.

Por outro lado, sabemos que as bebidas alcoólicas em geral não costumam ser vistos como aliados de quem faz dieta para emagrecer.

E com razão: afinal de contas, essas bebidas trazem consigo:

  • calorias,
  • pouca saciedade, e
  • pouco ou nenhum nutriente.

No entanto, nós sabemos que é possível sim ter um ótimo corpo e uma excelente saúde — sem abrir mão de uma taça de vinho ocasional.

Por isso, este artigo vai responder todas as suas dúvidas sobre vinho e alimentação saudável.

Inclusive, lendo até o final você vai saber exatamente:

  • Vinho faz bem para a saúde ou não?
  • Vinho entra na dieta low-carb e cetogênica?
  • Quais vinhos são opções melhores?
  • Por que tomar cuidado com as quantidades de vinho quando estiver de dieta, e mesmo
  • Como gelar seu vinho mais rapidamente.

Este é mais um artigo completo que publicamos aqui no site — sendo que temos um presente para você.

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Dito isto, vamos direto ao conteúdo.

Vinho É Saudável? A Verdade Sobre O Vinho

Muitas pessoas dizem que os vinhos seriam bebidas saudáveis, e boas para o coração.

Especialmente se o vinho for tomado em quantidade moderada.

Os argumentos são inúmeros, mas um dos mais populares é a ideia de que o resveratrol (uma substância antioxidante presente no vinho) ajudaria a melhorar a saúde.

E de fato: o resveratrol é uma substância presente na casca das uvas, sendo que algumas varietais têm mais resveratrol do que outras.

No caso, algumas das varietais com mais resveratrol são justamente aquelas feitas com uvas que têm cascas mais grossas, como Malbec, Tannat e Petite Sirah.

Instigada pelas propriedades do vinho, a ciência foi atrás de descobrir quanto vinho seria necessário tomar para ter os benefícios do resveratrol.

No entanto, os resultados não foram animadores: um estudo de 2016 avaliou a questão e concluiu o seguinte. [1]

O resveratrol é um polifenol presente na dieta humana e tem diversas propriedades terapêuticas. 

No entanto, não é possível absorver quantidades terapêuticas de resveratrol bebendo vinho ou consumindo alimentos.”

Isto é: mesmo que você beba bastante vinho — ou coma muito chocolate e mesmo amendoim, duas outras fontes deste polifenol — simplesmente não é possível colher os supostos benefícios dessa substância apenas com estas medidas. [2]

Além do mais, quando falamos em “beber grandes quantidades de vinho”, temos de considerar justamente a presença do álcool nesta bebida.

Pois o álcool tem calorias, e pode interferir negativamente com seus processos de emagrecimento e mesmo hipertrofia — especialmente se consumido em grande quantidade.

Mas e se o teor de álcool for justamente o que torna o vinho uma bebida mais saudável?

Será Que O Vinho É Saudável Justamente Por Causa Do Álcool?

Existem estudos que mostram que pessoas que bebem álcool moderadamente vivem mais do que aquelas que não bebem nada (isto é, aquelas que são abstêmias). [3] [4] [5]

Como se explica esta aparente contradição — visto que o álcool é uma toxina para nosso corpo?

É comum pensar que possam haver variáveis de confusão interferindo nestes resultados.

Por exemplo, o fato de que o vinho é uma bebida tomada por pessoas, em média, com maior poder aquisitivo. 

E, desta forma, elas teriam também o poder de investir mais em sua saúde, inclusive com outras medidas que aumentariam a longevidade (mas que não estariam ligadas ao consumo de álcool) — como atividade física, dieta saudável, acesso a melhores tratamentos médicos, e outras.

Ou o fato de que o vinho, por ser visto como algo saudável, tende a ser tomado por pessoas mais conscientes da saúde como um todo.

Enquanto bebidas como a cerveja não teriam este viés.

(Este é o chamado “viés do paciente saudável”, e está bem documentado na literatura científica. [6])

Por este motivo, estudos mais recentes buscaram isolar esses fatores.

E, ainda assim, os estudos mostraram uma relação entre o consumo moderado de álcool e a longevidade — o que sugere que esta seja sim uma relação causal (de causa e efeito). [7]

Existem diversas teorias sobre por que um pouco de álcool seria melhor do que nada — desde uma melhora na sensibilidade à insulina, até efeitos em lipídios (como colesterol e triglicérides). [8]

E o fato é que ainda são necessárias mais pesquisas para que a Ciência descubra exatamente por que o álcool parece ser benéfico em quantidades moderadas.

Mas o fato é que ele parece sim ter um efeito hormético.

Isto quer dizer que ele é como um veneno que, tomado em pequena quantidade, gera uma adaptação do corpo, tornando o organismo mais apto a lidar com estresses no futuro.

Este conceito de hormese pode ser resumido como naquela frase famosa.

O que não me mata, torna-me mais forte.”

Discutimos o assunto da hormese em profundidade com o médico Dr. Rodrigo Duprat num episódio do nosso podcast.

No episódio, falamos sobre outras possíveis formas de colher benefícios da hormese e deixar seu corpo mais forte.

(Inscreva-se no Podcast para receber as entrevistas exclusivas e gratuitas com os melhores profissionais da área de saúde. Ele está disponível no Youtube, Spotify, e diversos outros players.)

Mas o fato é o seguinte: a relação do álcool com a mortalidade tem um aspecto de “curva em J”. 

https://publications.parliament.uk/pa/cm201012/cmselect/cmsctech/1536/1536vw03.gif

Na prática, quer dizer que beber moderadamente parece ser “melhor” do que não beber nada.

Porém, beber mais álcool não traz mais benefícios: e, na verdade, faz muito mal à saúde.

O consumo elevado de álcool está ligado a maior risco de hipertensão, derrame, demência, doenças no fígado e mesmo vários tipos de câncer. [9] [10] [11] [12] [13]

Por isso, saiba que álcool em geral, e vinho em específico, não são remédios, e a moderação se faz necessária.

“Quanto vinho é seguro consumir” é uma pergunta complexa, mas os estudos que mostram benefícios se limitam a uma ou duas taças por dia, no máximo.

Resumindo: O consumo moderado de vinho tem benefícios à saúde. No entanto, estes benefícios não aumentam conforme você bebe mais vinho.

Muito pelo contrário: apenas pessoas que bebem de maneira moderada parecem colher esses benefícios.

Os benefícios parecem ser mais devidos ao teor alcoólico do vinho do que aos seus antioxidantes e polifenóis (como o popular resveratrol).

Se você se interessa por longevidade, conheça nosso projeto 7 Pilares Da Longevidade, criado em parceria com o médico Dr. Fábio Rieger.

Melhores Vinhos Para a Sua Dieta Low-Carb E Cetogênica

Ainda assim, falando em termos de saúde, nem todos os vinhos são iguais.

Especificamente, existe um grande fator diferenciador sobre quais vinhos vão ser mais adequados para sua saúde — que é a quantidade de açúcar residual no vinho.

Entenda: o vinho é o resultado de um “suco de uva” fermentado.

E, no processo de fermentação, microrganismos consomem parte do açúcar da uva, transformando-o em gás carbônico e álcool.

Isto é: o vinho tem menos açúcar do que o suco de uva, porque as leveduras já consumiram parte deste açúcar.

(Algo similar acontece em outras bebidas fermentadas, como iogurtes, kombucha e kefir, por exemplo.)

No entanto, dificilmente as leveduras consumirão todo o açúcar presente no vinho: e o açúcar que sobra é chamado de açúcar residual.

Ora, é de conhecimento geral que ingerir açúcar não é ideal para nossa saúde.

Então, os vinhos com menor quantidade de açúcar serão uma escolha melhor, pensando no ponto de vista de saúde.

Especialmente quando consideramos uma dieta baixa em carboidratos (uma dieta low-carb), na qual buscamos reduzir a ingestão de carboidratos e açúcares.

Neste contexto, é fundamental sabermos a quantidade de açúcar residual dos vinhos — para que possamos fazer as melhores escolhas.

Mas como fazer isso? 

Vamos ver agora.

Vinho E Dieta Low-Carb: A Quantidade De Açúcar Residual

Existe um grande problema quando falamos sobre descobrir a quantidade de açúcar residual dos vinhos.

Acontece que, mesmo que você seja expert em ler rótulos, e saiba identificar informações como “diet, light, zero”

E mesmo que você saiba ler a tabela nutricional, e identificar a quantidade de carboidratos dos alimentos, e muito mais…

O problema é que a informação do açúcar residual não costuma estar disponível nos rótulos.

Isso atrapalha um pouco, né?

Mas ainda temos uma solução.

Porque a legislação brasileira define como o teor de açúcar dos vinhos se relaciona com a classificação.

As informações abaixo são de acordo com o Decreto n° 8.198, de 20 de fevereiro de 2014. [14]

Então, vamos ver agora a classificação dos vinhos e seu teor de açúcar — para que você possa decidir quais vinhos se encaixam com mais facilidade em sua alimentação low-carb ou mesmo cetogênica.

Classificação dos vinhos por teor de açúcar de acordo com a legislação brasileira

Segundo nossa legislação, os vinhos são classificados da seguinte maneira —  dependendo da quantidade de carboidratos que contêm, de acordo com seu estilo:

  • Vinhos Finos:
    • Seco: até 4g/l
    • Meio seco: de 4 a 25g/l
    • Suave: de 25 a 80 g/l
  • Vinhos Licorosos:
    • Seco: até 20g/l
    • Doce: acima de 20 g/l
  • Espumantes:
    • Nature: até 3g/l
    • Extra-brut: de 3 a 8g/l
    • Brut: de 8 a 15g/l
    • Seco: de 15 a 20g/l
    • Meio seco: 20 a 60g/l
    • Doce: acima de 60 g/l

No caso dos vinhos secos, é interessante notar como a faixa daqueles considerados “meio-secos” é extensa.

Sendo que um vinho do início de seu espectro (5g/l, por exemplo) é “muito mais seco” que um do final do seu espectro (24g/l).

Ou seja, devemos tomar cuidado com vinhos dessa classificação (vinho fino meio seco) por dois motivos:

  1. alguns deles são low-carb e outros não são;
  2. alguns vinhos demi-sec (meio seco) podem ser mais secos na boca do que alguns vinhos secos, devido a outras propriedades que também influenciam o paladar (como a acidez).

Nós mesmos já experimentamos as duas faces da moeda: tanto tomamos vinhos classificados como demi-sec que eram extremamente doces…

Quanto tomamos alguns vinhos demi-sec que eram deliciosamente secos.

No final das contas, pode ser difícil saber o que esperar (em termos de dulçor) de um vinho meio seco.

Neste caso, a opção mais segura para consumo de vinhos baixos em açúcar numa dieta low-carb é optar pelos vinhos secos a maior parte do tempo.

Resumindo: Numa dieta low-carb ou cetogênica, prefira os vinhos com menor teor de açúcar. No Brasil, você vai identificá-los pela rotulagem “vinho fino seco”.

Vinhos Tintos, Brancos, Rosés e Verdes

Muitas vezes, após entenderem que vinhos secos e muitos meio-secos podem ter seu espaço em uma dieta baixa em carboidratos, as pessoas passam a ter a seguinte dúvida.

Mas e com relação aos vinhos brancos, rosés e verdes, eles também são permitidos?”

Felizmente, nesse caso, a dúvida está relacionada a um desconhecimento sobre a classificação dos vinhos.

Isso porque, tanto vinhos tintos quanto brancos e rosés podem ser secos, meio-secos, ou doces.

Isto é: todas essas classificações de vinhos finos estão sujeitas às mesmas regras.

E, portanto, atendem aos mesmos critérios de quantidade de açúcar.

(Lembre-se de que, no caso de espumantes, a classificação é diferente.)

E isso leva algumas pessoas a se perguntarem a respeito dos Vinhos Verdes.

Esta pergunta vem do fato de que muitas pessoas acreditam que a palavra “verde” denotaria um vinho “jovem”, ou talvez feito com uvas “não maduras”.

Além disso, algumas pessoas acreditam que o vinho verde talvez se referisse à cor do vinho — uma vez que muitos dos vinhos verdes mais populares são vinhos claros, de tonalidade esverdeada.

No entanto, ambas concepções estão erradas.

Acontece que, quando classificamos um vinho como “vinho verde”, estamos nos referindo à região na qual esse vinho é feito.

Porque Verde é uma região localizada ao norte de Portugal, na Costa Verde, perto do Oceano Atlântico.

E note: nessa região, não são produzidos apenas os vinhos brancos e refrescantes, populares no verão. 

Mas também são feitos vinhos tintos e rosés — que talvez até causem estranheza por portarem a denominação Vinho Verde.

Então note: o nome “Vinho Verde” não se refere a uma característica do produto (como mais ou menos doce, por exemplo).

E também não se refere ao fato de as uvas serem “jovens” ou “não maduras”.

Em vez disso, reflete uma denominação de origem (DOC), que pode contemplar vinhos brancos, tintos, ou rosés — os quais apresentam variados teores de açúcar.

Resumindo: Os vinhos brancos e rosés secos também têm seu espaço na dieta low-carb e cetogênica. 

E isso inclui também os vinhos produzidos na Região dos Vinhos Verdes. 

Em todos esses casos, preferimos os vinhos mais baixos em açúcar — isto é, os vinhos classificados como secos ou meio-secos.

Vinhos A Serem Evitados: Vinhos Doces E Vinhos Fortificados

Por um lado, existe uma infinidade de vinhos secos e meio-secos produzidos anualmente, e que são permitidos em dietas baixas em carboidratos.

Por outro lado, existem também vinhos que apresentam um teor de açúcar bem mais elevado.

E que, por isso, devem ser evitados na maior parte do tempo — não devendo fazer parte da sua lista de compras low-carb.

Dentre esses vinhos a ser evitados (sejam eles tintos, brancos ou rosés), podemos citar:

  • Vinhos finos suaves,
  • Vinhos licorosos doces, 
  • Espumantes doces (e alguns meio-secos),
  • Vinhos de sobremesa;
  • Vinhos como Amarone e Sauternes,
  • Vinhos fortificados (vinho do Porto, moscatel de Setúbal, Jerez, Marsala, Málaga, dentre outros).

Vinho do Porto e outros vinhos fortificados — Como são feitos

Agora você vai entender por que o vinho do Porto é um tipo de vinho com maior teor de açúcar.

O início do processo de produção de um vinho fortificado é igual ao de qualquer outro vinho.

Ou seja, as uvas são colhidas, espremidas, e seu mosto é deixado para fermentar — transformando grande parte do açúcar das uvas em álcool.

Porém, é justamente no momento da fermentação que surge a grande diferença dos vinhos fortificados.

Antes que quase todo açúcar seja convertido em álcool (como no caso dos vinhos finos), uma certa quantidade de bebida destilada a partir da uva é adicionada ao mosto — esse processo é conhecido como fortificação.

No caso específico do vinho do Porto, uma aguardente é adicionada, e sua presença interrompe o processo de fermentação.

Desta forma, o vinho resultante vai reter uma parte maior de seu açúcar residual, se comparado ao vinho fino comum.

Isso faz com que os vinhos fortificados, como o vinho do Porto, tenham um maior teor alcoólico, em torno dos 20% de álcool (por volume).

Sendo que, a classificação de um vinho fortificado — quão “seco” ou “doce” ele é — vai depender de quanta fermentação aconteceu antes que a mesma fosse interrompida.

Resumindo: Os vinhos fortificados geralmente são mais ricos tanto em álcool quanto em açúcar do que os vinhos finos secos e meio-secos. Isso os torna menos ideais para o consumo em uma alimentação que busca ingerir menos carboidratos.

Você Deveria Beber Vinho Na Low-Carb Ou Cetogênica? Pontos A Considerar

Até agora, aprendemos bastante sobre os vinhos. Recapitulando, até agora você já aprendeu

  • Que tomar vinho em moderação pode fazer parte de um estilo de vida saudável,
  • Que exagerar no vinho (ou em qualquer bebida alcoólica) causa prejuízos à saúde,
  • Que o vinho pode ser consumido em dietas baixas em carboidrato como low-carb e cetogênica,
  • Quais os vinhos com menor quantidade de carboidratos,
  • O que procurar nos rótulos dos vinhos para escolher vinhos mais baixos em carboidratos,
  • Como são feitos os vinhos fortificados e por que eles têm mais carboidratos que os vinhos finos secos, e mesmo
  • Quais tipos de vinhos é melhor evitar.

Com todas essas informações, fica a pergunta: você deveria beber vinho se estiver fazendo uma dieta low-carb?

Vamos ver 4 pontos positivos — e outros 4 não tão positivos assim — para que você possa tomar a melhor decisão possível.

Começando pelos pontos positivos.

Vantagem do consumo de vinho #1 — Vida social

É completamente possível se divertir sem consumir nenhuma bebida alcoólica.

Ao mesmo tempo, poder degustar uma taça de vinho em boa companhia é um forte incentivo de adesão à dieta.

Porque o fato é o seguinte: em muitos de nossos cursos e treinamentos, vemos que as pessoas desistem da alimentação saudável por sentir que ela não seria compatível com uma vida social.

Todavia, nossa missão aqui é ajudar você a conciliar ambos estes aspectos. 

E isso vai desde receitas saudáveis para festinhas de aniversário, até conhecer as melhores opções para um encontro social.

Dentre as quais está, sim, uma taça de vinho seco.

Vantagem do consumo de vinho #2 — Hobby

Apreciar vinhos — além de aprender mais sobre a história desta bebida, e até mesmo visitar regiões viticultoras — é um hobby para muitas pessoas.

Neste sentido, é completamente possível inserir este hobby — e degustar uma taça de um bom vinho ocasionalmente — na sua rotina saudável.

Certamente é um hobby tão produtivo e útil quanto tantos outros.

Sendo que a história do vinho é recheada de casos interessantes — como o das garrafas mais caras já leiloadas na história, e que possivelmente se tratavam de falsificações (relatada no livro Billionaire ‘s Vinegar).

E fazer enoturismo pode expandir seus horizontes para conhecer diversos locais interessantes.

Que são fantásticos não apenas pela cultura do vinho, embora estejam imersos nela — como na imagem acima, quando o Guilherme visitou a região e a cidade de Bordeaux, na França.

Vantagem do consumo de vinho #3 — Combate à vontade de doces

Este é um ponto pouco abordado, mas que vimos acontecer na prática com centenas de nossos alunos e alunas.

Acontece que muitas pessoas, quando iniciam uma mudança de estilo alimentar, sofrem com a vontade de doces.

Essa vontade tanto pode vir “fora de hora” (muitas alunas têm essa vontade no final da tarde, por volta das 17h).

Quando pode se manifestar como uma vontade de comer carboidratos à noite.

Neste segundo caso, observamos que muitas pessoas têm sucesso na adaptação à nova alimentação substituindo o doce após o jantar (que geralmente seria consumido em grande quantidade) por uma singela taça de vinho.

Não que o vinho tenha propriedades mágicas: acontece que, muitas vezes, estamos de fato buscando um momento de relaxamento no final do dia.

E simplesmente sentar, respirar e degustar uma taça de vinho com calma pode ajudar essas pessoas — especialmente na hora de substituir um hábito por outro.

Apenas é importante tomar cuidado para que isso não se torne uma muleta: seria uma péssima ideia trocar o vício em açúcar pelo vício em álcool.

No entanto, num contexto saudável e ocasional, observamos que essa troca funciona muito bem.

Vantagem do consumo de vinho #4 — Cetose

Se você é uma daquelas pessoas que amam estar em cetose, medir a cetose, e muito mais, este ponto vai agradar especialmente a você.

(Se não é essa pessoa, vamos contextualizar: a cetose é um estado metabólico normal e saudável do nosso corpo, no qual muitas pessoas sentem benefícios como clareza mental e bem estar. 

Este estado é atingido por meio de algumas alterações dietéticas como seguir uma dieta cetogênica, e praticar o jejum intermitente.)

E o que isso tem a ver com o vinho?

Acontece que a ingestão de álcool não tende a interromper o processo de cetose.

Pelo contrário: se você costuma medir seus níveis de cetonas, é possível que veja um ligeiro aumento nesses níveis.

Pois o metabolismo do álcool produz acetona, que é considerada um corpo cetônico também.

Importante: isso não quer dizer que o vinho ajude a emagrecer — vamos falar sobre isso em instantes.

Mas sim que a ingestão de vinho não vai necessariamente reduzir os seus níveis de cetonas no sangue.

Resumindo: O consumo de álcool não é incentivado, e nem deve ser visto como algo necessariamente bom. 

No entanto, note que nosso foco aqui é aumentar a sua adesão a uma alimentação mais saudável.

Nesse contexto, uma estratégia que tenha maior adesão sempre tende a ser melhor do que uma “dieta perfeita” que você não consegue seguir.

Afinal de contas, sejamos sinceros: você possivelmente já está abrindo mão de pão, arroz, cerveja, açúcar, farinha de trigo… 

Se tomar uma taça de vinho aqui ou ali te ajuda a seguir a estratégia por mais tempo, não há motivos para se abster completamente de um consumo moderado e responsável de vinho.

Vinho E Dieta Low-Carb — 4 Pontos Negativos

Contudo, nem tudo são flores a respeito do consumo de álcool.

Veja 4 bons motivos para evitar o seu consumo na maior parte do tempo — principalmente se o seu objetivo é emagrecer.

Desvantagem do consumo de vinho #1 — Calorias

O álcool possui calorias: cada grama de álcool contém cerca de 7,6 kcal — ou seja, temos por volta de 5 kcal por ml de álcool. 

E, infelizmente, as calorias importam no emagrecimento (mesmo na dieta low-carb).

Neste contexto, uma ingestão elevada de álcool vai certamente dificultar os seus esforços de emagrecimento.

Apenas pense que, a cada garrafa de vinho, você terá cerca de 600 kcal.

Uma pessoa que tomasse uma garrafa de vinho por dia e simplesmente cortasse esse consumo (mantendo constante o resto da dieta), já teria grandes chances de emagrecer, apenas com esta simples medida.

Por isso, é importante ter a consciência de que o vinho não é, de maneira alguma, uma bebida “liberada” em estratégias low-carb.

Quando falamos de bebidas de fato “liberadas”, com consumo livre, falamos de água, café, e chás.

Desvantagem do consumo de vinho #2 — Carboidratos

Além das calorias do álcool, alguns tipos de vinhos podem ser mais ricos em carboidratos.

Nesse contexto, teremos uma bebida que conterá uma quantidade significativa de álcool e também de açúcar — o que não é uma combinação ideal nem para a saúde nem para o emagrecimento.

Ainda mais se estivermos falando de uma dieta que reduz a quantidade de carboidrato ingerida no dia a dia.

Desvantagem do consumo de vinho #3 — Embriaguez

Obviamente, o consumo de álcool causa embriaguez.

No entanto, enfatizamos este ponto como “desvantagem” por dois motivos principais.

O primeiro motivo é que — especialmente se estiver numa alimentação com menos calorias e/ou menos carboidratos — você tende a sentir os efeitos do álcool mais agudamente.

Isto é: você tende a precisar de uma menor quantidade de álcool para “ficar alegre”.

Isso pode ser visto como vantagem para alguns, que precisam beber menos para ter mais efeitos — mas não é este o ponto.

O ponto é que, se você tentar beber a mesma quantidade que bebia antes, possivelmente vai ficar mais alto(a) do que planejava.

E pode sofrer mais com as consequências ruins disso — incluindo ter ressacas piores.

E o segundo motivo é o efeito psicológico de beber álcool.

Afinal de contas, o álcool diminui nossa inibição e também a capacidade de julgamento.

O que pode te levar a comer coisas que você, sóbrio, jamais consideraria ingerir em uma dieta para emagrecimento.

Como exemplo, veja quantas vezes você já bebeu álcool e terminou a noite devorando lanches, pizza, ou algo assim — e quantas vezes você terminou a noite, após beber, optando por uma salada.

Desvantagem do consumo de vinho #4 — Preferência metabólica

“Preferência metabólica” parece um termo complexo, mas ele pode ser entendido de maneira simples.

Acontece que o nosso corpo pode usar diversas fontes de energia como combustível: isso inclui carboidratos, ácidos graxos (gordura), e álcool, por exemplo.

E ele tem uma certa “ordem preferencial” para consumir estes combustíveis.

O importante neste caso é entender que o corpo metaboliza o álcool antes de outros nutrientes (como gorduras e carboidratos).

Sendo assim, a ingestão de álcool vai parar a queima de gordura momentaneamente — até que ele seja metabolizado completamente pelo seu organismo.

Desta forma, fica claro o quanto as bebidas alcoólicas podem atrapalhar a sua dieta se consumidas sem restrições.

Porém, usando do bom-senso e da moderação, não há motivo para se privar do consumo de vinho para sempre.

Resumindo: O álcool em excesso vai sim atrapalhar o seu emagrecimento, e por motivos diversos. Isso não significa que ele não possa ser consumido com moderação — apenas que o bom-senso se faz necessário.

Bônus: Como Gelar Seu Vinho Rapidamente

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Eis que estamos chegando ao final da leitura, e finalmente temos tempo para relaxar e apreciar uma boa taça de vinho… 

Mas nos damos conta de que não temos nenhuma garrafa de vinho na temperatura ideal de consumo. 

E agora, o que fazer?

Felizmente, com as 3 técnicas que iremos ensinar agora, você não precisa se desesperar.

E, em vez disso, terá acesso a um vinho em boa temperatura de serviço em questão de minutos.

Método #1 — Uvas Congeladas

Nós não devemos colocar gelo no nosso vinho.

Pois, conforme passam os minutos, o gelo vai derreter e deixar o seu vinho aguado.

No entanto, algumas pessoas gostam de manter uvas no congelador — e colocar essas uvas na taça de vinho.

Assim, ela vai trocar calor com a bebida, e resfriar seu vinho — porém sem torná-lo aguado.

(Como bônus, você pode comer as uvas no final.) 

Método #2 — Toalha Molhada

A primeira dica consiste em simplesmente envolver a garrafa de vinho em uma toalha molhada (ou mesmo papel toalha), e levá-la ao freezer por cerca de 10 a 15 minutos.

A toalha molhada vai fazer com que o vinho gele muito mais rapidamente.

Caso a toalha congele, deixe o conjunto sob água corrente até que ela se solte da garrafa.

Método #3 — Gelo, Sal e Álcool

Se você não tiver um freezer à disposição, mas tiver gelo, nossa segunda dica é para você.

Você vai colocar gelo em uma bacia com água e bastante sal.

Então, deve colocar a garrafa de vinho dentro desse poderoso freezer caseiro — e ele será mais poderoso porque o sal abaixa a temperatura de congelamento da água.

Dessa forma, em poucos minutos você terá o vinho em uma temperatura bem mais adequada ao consumo.

Vinho, Low-Carb E Saúde: Conclusão E Palavras Finais

Ao longo deste artigo, vimos muito sobre a relação do vinho com a sua saúde.

Falamos sobre longevidade, álcool, e resveratrol. Vimos a curva em J que relaciona o consumo de álcool com a mortalidade por todas as causas.

Vimos quais são os vinhos com maior (e menor) teor de carboidratos — algo especialmente relevante para considerar os  vinhos num contexto de perda de peso.

E até mesmo vimos alguns possíveis pontos positivos de optar pelo consumo responsável de vinho — além de alguns pontos a se atentar e tomar cuidado.

No final das contas, é fundamental abordarmos o assunto do vinho — assim como faríamos com qualquer outra substância que possa ser abusada — com bastante bom-senso e sensatez. 

(Até porque não necessariamente a melhor solução para todas as pessoas é a completa abstenção.)

E usar o bom-senso para abordar questões de saúde nem sempre é fácil.

Afinal de contas, conforme afirma René Descartes na introdução do seu livro Discurso do Método.

O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm.”

René Descartes

Então, entenda: a ingestão de bebidas alcoólicas é bastante presente em nossa sociedade.

E uma das provas disso é festas, casamentos, comemorações e celebrações de modo geral contam com a presença desses agregadores sociais.

Embora saibamos que não precisaria ser assim: afinal, é mais do que possível se divertir sem beber nada, seja por gosto ou devido a alguma restrição dietética.

Ainda assim, reconhecemos a prevalência da bebida e sua associação com momentos de prazer e descontração.

E nossa bandeira é a mesma que para o caso de muitos alimentos que talvez não sejam as opções mais saudáveis para compor a base da sua dieta — mas sim que podem ser exceções do seu estilo de vida.

Acreditamos que o consumo responsável é a chave para poder incluí-los em nossa vida, sem que seja necessário privar-se das comidas e das bebidas de que mais gostamos, e que nos trazem alegria e prazer.

Esta é a exata filosofia que seguimos ao criar o Cardápio Tanquinho — um guia de refeições e montagem de cardápios para ajudar você a organizar sua alimentação e emagrecer com saúde.

Mantendo uma base saudável e saborosa durante 90% do tempo — e com liberdade para fazer exceções no restante do tempo.

Atualmente, já são mais de 12.000 alunos e alunas transformados com este guia — e você pode saber mais detalhes sobre ele aqui

Estamos muito felizes de poder proporcionar esta transformação: ajudar muitos alunos e alunas a emagrecer, melhorar a saúde, e viver uma vida mais plena e sem culpa.

Sem abrir mão de brindar com uma bela taça de vinho.

Viva este estilo de vida também — você vai se surpreender com como ele pode ser saboroso e divertido.

Forte abraço,
— Guilherme e Roney, do Senhor Tanquinho.

Referências

Para tornar a leitura mais fluida, agrupamos nesta seção algumas das referências consultadas para a elaboração deste artigo.

Note que você pode ter acesso a um livro físico que reúne em linguagem simples (e com mais de 300 referências bibliográficas) tudo o que a ciência reúne de melhor sobre alimentação e saúde: conheça o livro Saúde Sem Mitos.

E lembre-se: você não precisa ler todos os estudos científicos do mundo para ter resultados. Porque você pode simplesmente participar do Cardápio Tanquinho: nós já fizemos todo este trabalho para você. Agora é só seguir.

  1. Weiskirchen, S., & Weiskirchen, R. (2016). Resveratrol: How Much Wine Do You Have to Drink to Stay Healthy?. Advances in nutrition (Bethesda, Md.), 7(4), 706–718. https://doi.org/10.3945/an.115.011627 
  2. Hurst, W. J., Glinski, J. A., Miller, K. B., Apgar, J., Davey, M. H., & Stuart, D. A. (2008). Survey of the trans-resveratrol and trans-piceid content of cocoa-containing and chocolate products. Journal of agricultural and food chemistry, 56(18), 8374–8378. https://doi.org/10.1021/jf801297w 
  3. Thun, M. J., Peto, R., Lopez, A. D., Monaco, J. H., Henley, S. J., Heath, C. W., Jr, & Doll, R. (1997). Alcohol consumption and mortality among middle-aged and elderly U.S. adults. The New England journal of medicine, 337(24), 1705–1714. https://doi.org/10.1056/NEJM199712113372401 
  4. Poikolainen K. (1995). Alcohol and mortality: a review. Journal of clinical epidemiology, 48(4), 455–465. https://doi.org/10.1016/0895-4356(94)00174-o 
  5. Lee, S. J., Sudore, R. L., Williams, B. A., Lindquist, K., Chen, H. L., & Covinsky, K. E. (2009). Functional limitations, socioeconomic status, and all-cause mortality in moderate alcohol drinkers. Journal of the American Geriatrics Society, 57(6), 955–962. https://doi.org/10.1111/j.1532-5415.2009.02184.x 
  6. Shrank, W. H., Patrick, A. R., & Brookhart, M. A. (2011). Healthy user and related biases in observational studies of preventive interventions: a primer for physicians. Journal of general internal medicine, 26 (5), 546–550. https://doi.org/10.1007/s11606-010-1609-1
  7. Fuller T. D. (2011). Moderate alcohol consumption and the risk of mortality. Demography, 48(3), 1105–1125. https://doi.org/10.1007/s13524-011-0035-2 
  8. Djoussé, L., Lee, I. M., Buring, J. E., & Gaziano, J. M. (2009). Alcohol consumption and risk of cardiovascular disease and death in women: potential mediating mechanisms. Circulation, 120(3), 237–244. https://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.108.832360 
  9. Taylor, B., Irving, H. M., Baliunas, D., Roerecke, M., Patra, J., Mohapatra, S., & Rehm, J. (2009). Alcohol and hypertension: gender differences in dose-response relationships determined through systematic review and meta-analysis. Addiction (Abingdon, England), 104(12), 1981–1990. https://doi.org/10.1111/j.1360-0443.2009.02694.x 
  10. Xin, X., He, J., Frontini, M. G., Ogden, L. G., Motsamai, O. I., & Whelton, P. K. (2001). Effects of alcohol reduction on blood pressure: a meta-analysis of randomized controlled trials. Hypertension (Dallas, Tex. : 1979), 38(5), 1112–1117. https://doi.org/10.1161/hy1101.093424 
  11. Patra, J., Taylor, B., Irving, H., Roerecke, M., Baliunas, D., Mohapatra, S., & Rehm, J. (2010). Alcohol consumption and the risk of morbidity and mortality for different stroke types–a systematic review and meta-analysis. BMC public health, 10, 258. https://doi.org/10.1186/1471-2458-10-258 
  12. Louvet, A., & Mathurin, P. (2015). Alcoholic liver disease: mechanisms of injury and targeted treatment. Nature reviews. Gastroenterology & hepatology, 12(4), 231–242. https://doi.org/10.1038/nrgastro.2015.35 
  13. Bagnardi, V., Blangiardo, M., La Vecchia, C., & Corrao, G. (2001). Alcohol consumption and the risk of cancer: a meta-analysis. Alcohol research & health : the journal of the National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, 25(4), 263–270. 
  14. DECRETO Nº 8.198, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 7.678, de 8 de novembro de 1988, que dispõe sobre a produção, circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/decreto/d8198.htm 
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Nivaldo Fazolo
Nivaldo Fazolo
29 de janeiro de 2021 09:15

Qual o índice glicêmico do vinho tinto ?

DIEGO FRANCISCO
DIEGO FRANCISCO
12 de março de 2020 01:11

parabéns

Jéssica
Jéssica
18 de setembro de 2019 22:56

Adorei as informações, bom saber que posso continuar a tomar meu vinho seco , mesmo estando de dieta. E foi bom que ainda aprendi a diferença do seco e do meio seco. Ótimo post, estão de parabéns.

Guilherme e Roney
Guilherme e Roney
11 de janeiro de 2017 17:58

Ola Marco!

Normalmente as cachaças possuem um nível bem maior de açúcar do que a vodka ou o whiskye. Por isso, se for beber destilado, evite a cachaça e prefira vodka ou whiskye!

Espero ter ajudado :)

Guilherme e Roney
Guilherme e Roney
21 de junho de 2016 15:54

Olá, Bruna,
Muito obrigado por seu comentário!

Ficamos realmente muito felizes por suas palavras, e, principalmente, por sabermos que ajudado você com sua mudança de hábito e evolução corporal.

São comentários assim que nos motivam a continuar sempre tentando melhorar e entregar cada vez mais conteúdo a nossos leitores.

Sinta-se à vontade para comentar sempre em nosso site e obrigado por fazer parte da família do Senhor Tanquinho,
Forte abraço!

Gisela Vannier
Gisela Vannier
11 de abril de 2016 19:54

Aonde eu encontro a informação sobre o açúcar residual do vinho? Não vi isso em nenhuma garrafa.

Guilherme e Roney
Guilherme e Roney
14 de abril de 2016 15:56
Reply to  Gisela Vannier

Olá Gisela, excelente pergunta – e uma que nos obrigou a pesquisar um pouco. Nas nossas pesquisas, descobrimos que é a quantidade de açúcar residual do vinho que vai definir a classificação dele como seco, demi-sec, suave, etc. Lemos a respeito disso neste site aqui: Ou seja, embora você não vá obter o número exato de gramas por litro de açúcar residual apenas lendo o rótulo da garrafa, você pode apostar que aqueles que são classificados como “Secos” têm menos de 5 g/L de açúcar na bebida. E, de acordo com essa mesma reportagem, o perigo está nos demi-sec: que… Read more »

Val Sartorelli
Val Sartorelli
11 de abril de 2016 09:43

Deveriam fazer uma avaliação dos rótulos mais populares tanto no Brasil, quanto no Mercosul, tipo Casillero del Diablo, Trapiche, Santa helena, Periquita e outros, que são bons vinhos, de preços mais acessíveis e bem mais populares no Brasil.

Guilherme e Roney
Guilherme e Roney
14 de abril de 2016 15:31
Reply to  Val Sartorelli

Olá, Val,
Obrigado por seu comentário.

Realmente você tem razão, temos de fazer a analise de alguns rótulos mais comuns e acessíveis no Brasil.

Obrigado por sua sugestão, iremos trabalhar nela. =)

Forte abraço

Alessandra
Alessandra
2 de junho de 2015 12:04

ótimo post, muito esclarecedor…. adorei parabéns

Guilherme e Roney
Guilherme e Roney
13 de abril de 2016 18:37
Reply to  Alessandra

Muito obrigado, Alessandra!

Ficamos muito felizes com comentários como o seu. Eles nos motivam ainda mais a sempre produzir conteúdo de excelente qualidade :)

Forte abraço!

Clara Sol
Clara Sol
2 de novembro de 2014 04:23

Olá Senhor_tanquinho
.

Passando para conferir a sua adega de vinhos que são de
primeira linha.

Eu de vez em quando
bebo um vinho, pois sei que faz bem a saúde e agora com estas dicas ficarei
mais tranquila na hora de escolher.

O único vinho qual não sou muito chegada é o vinho seco, mas
os outros eu adoro.

Agradeço por compartilhar, avise sempre que postar, pois
gosto de prestigiar os amigos.

Um excelente domingo e um ótimo final de semana pra você
e que Deus te ilumine sempre seus caminhos.

Abraços sempre.

ClaraSol.